Don’t you admire how kids are led by curiosity? How they let their fears aside and take their first steps into the unknown?

I have been reading this book (now for the second time) by Erwin McManus about making your life a masterpiece, your greatest work of art. It’s called “The Artisan Soul”. I’m not here to do a book review, but Erwin’s words and line of thought touch me deeply and make me look at my own little daughter with even more wonder. The more she grows the more I’m impress by this childish essence and her ability to see the world as open doors to beauty and magic and adventure. She has this hunger for learning and she is the best example of freedom for being creative. I wanna be like her. I wanna have my mind and heart so open and awake that I’m not afraid of expressing my true self. I wanna have the eyes of a child and the hungry mind that grasps every single piece of novelty with so much wonder. I wanna let love rule my life, my business and my decisions.

And there she goes… with open arms to explore the world on a beautiful summer afternoon.

Você não admira como as crianças são levadas pela curiosidade? Como elas deixam seus medos de lado e dão seus primeiros passos para o desconhecido?

Eu estou lendo este livro (agora pela segunda vez) do Erwin McManus sobre fazer da sua vida uma obra-prima, sua maior obra de arte. É chamado “The Artisan Soul”. Eu não estou aqui para fazer uma revisão do livro, mas as palavras de Erwin e sua linha de pensamento me tocam profundamente e me fazem olhar minha própria filha muito mais maravilhada. Quanto mais a minha pequena cresce, mais fico impressionada com essa essência infantil e sua capacidade de ver o mundo como portas abertas para beleza, mágica e aventura. Ela tem fome de aprender e ela é o melhor exemplo do que é sentir liberdade para ser criativa. Eu quero ser como ela. Quero que minha mente e meu coração estejam tão abertos e acordados que não tenho medo de expressar o meu verdadeiro eu. Eu quero ter os olhos de uma criança e a mente faminta que agarra cada novidade com tanta maravilha. Quero deixar o amor governar minha vida, meu negócio e minhas decisões.

E então lá vai ela… com os braços abertos para explorar o mundo numa linda tarde de verão.

 

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I’ve been trying to write this post for almost a week. It’s so hard to describe and put into words all the feelings I want to share, so I keep coming back each day to add a bit more or rewrite something.

There is this African proverb that caught my eyes the first time I read and it makes more and more sense each day: “It takes a village to raise a child”…

Let me tell you first how much I LOVE being a mom. I would have (almost) an entire soccer team if I could. I love kids, love watching my daughter grow and learn new things everyday. It’s an unconditional ever growing love. But as much as I love being a mom, I also think it’s important to be sincere and say it out aloud how hard it is! Many people picture parenthood as the summit of your life, the ultimate joy, but they lack in telling it’s also very frightening and difficult. And no, I don’t believe you need a child to be happy and to feel whole, you need to be happy and whole by yourself and a child will come and add up to the equation, bringing even more joy.

Being an expat mom is, let’s be honest, so freaking hard. You are not only away from your family and the friends you grew up with, you are also trying to figure things out in another language and a totally different culture. From finding a pediatrician to understanding the school system, every step feels a little heavier because there is so much you need to discover and adapt. And then there is the fact you are away from your family. I’m Brazilian and we are very attached to our families. We grow up being surrounded my cousins, aunts and other family friends that are like family to us. This bound is very important to me and to our culture. I can’t help but to think how I’ll bring up a Brazilian child being away from Brazil. Will she understand us and our culture? Will she feel like she belongs? Where will she belong? What is going to be HER culture? So many unanswered questions only time will answer me. So many possibilities of doing something wrong and the one wish to do everything right. In the end we just want the best for out child, but what is best? It’s hard to balance security, health care and a good school system with the opportunity to grow near your grandparents!

I’m telling you all the difficult things about being an expat mom to get to the point I wanted, which is the beauty of being an expat mom. Last week my daughter was sick and I couldn’t do anything but to hold her and care for her. My house was a crazy mess, all the working goals for the week were delayed and I felt sick a few days after caring for her and all I needed was to lay in bed for a little longer but couldn’t, because she needed me. In the middle of my small chaos I was overwhelmed by the kindness of friends. People where genuinely offering help. There were the ones who even offered to do groceries and help cleaning the house! And that’s when you are reminded you got to built relationships in this foreigner country and your friends became your family here. That’s when the proverb makes sense, “It takes a village to raise a child”. You are not alone. You don’t have to be. We are your village. The community of expats moms I got to know this past year an a half after becoming a mom have been more than I could dream. We support each other, we care for each other’s child, we ask questions, we exchange ideas, we help. We are from everywhere, from Africa, Americas, Asia, Oceania, Europe and yes, from Germany too! We are bounded by the wish to be stronger together and to go through the challenges of motherhood in a light way.

I met Kim, the gorgeous mom from this session, when she was inquiring for a family photographer in one expat group on Facebook. She, just like me, is an expat mom, living the roller coaster of feelings it is not only to raise a baby, but doing it away from our home country. I went to her house to photograph little Lola when she was only 3 weeks old. I love this session so much because it takes me back to when I entered her house, saw her face to face for the first time, and felt that wave of love, joy, novelty, wonder that it is to become parents for the first time. Kim and I often talk about the challenges of being an expat mom and I found her session was the perfect one to illustrate all I wanted to say to this amazing community of women. Thank you, dear friends, for all the love and support you gave me. Motherhood feels easier being able to count on you.

Love,

Bruna.

Eu estava tentando escrever esse post há quase uma semana. É tão difícil descrever e colocar em palavras todos os sentimentos que eu queria compartilhar, então eu ficava voltando e escrevendo um pouco a cada dia e editando algumas coisas.

Tem um provérbio africano que me chamou atenção há algum tempo e ele vai fazendo mais e mais sentido a cada dia: “É preciso uma aldeira inteira para criar uma criança”…

Primeiro deixa eu te contar o quanto eu AMO ser mãe. Eu teria (quase) um time de futebol se eu pudesse. Eu adoro crianças e amo ver minha filha crescer e aprender coisas novas a cada dia. É um amor incondicional e que cresce exponencialmente. Mas por mais que eu ame ser mãe, eu acho que é importante ser sincera e falar em voz alta o quão difícil é! Muitas pessoas falam da maternidade como o ápice da vida, o cume da felicidade, mas elas deixam de falar o quão difícil e assustador é ter uma criança. E não, eu não acredito que você precise de ter um filho para ser feliz ou se sentir completo, eu acho que você precisa ser feliz e completo antes e aí uma criança vai vir para adicionar alegria.

Ser uma mãe expatriada é, vamos ser honestos, muito, muuuuuuito difícil. Você não só está longe da sua família e dos amigos de infância, você está tentando lidar com as coisas em outra língua e uma cultura totalmente diferente. Desde achar um pediatra até entender como funciona o sistema educacional, cada passo parece ser mais pesado porque tem tanta coisa que você precisa desvendar e se adaptar. E ainda tem o fato de você estar longe da sua família. Eu sou brasileira e nós somos muito apegados ‘a família. Nós crescemos rodeados de primos, tios e outros amigos que são como nosso prórpio sangue. Esse laço é muito importante para mim e para a nossa cultura. Eu sempre me pergunto como vou criar uma criança brasileira estando fora do Brasil. Será que ela vai nos entender e entender nossa cultura? Será que ela vai sentir que pertence a algum lugar? Ela vai pertencer a qual lugar? Qual vai ser a cultura DELA? Tantas perguntas e respostas que só o tempo me dirá. Tantas possibilidades de fazer algo errado e uma grande vontade de fazer tudo certo. No final, nós só queremos o que é melhor para os nossos filhos, mas o que é melhor? É difícil pesar segurança, um bom sistema educacional e de saúde com a oportunidade de crescer perto dos avós!

Eu estou te dizendo todas as coisas difíceis de ser uma mãe expatriada para chegar no ponto que eu queria, que é a beleza de ser uma mãe expatriada. Na semana passada minha filha ficou doente e eu não conseguia fazer nada, só cuidar dela o dia todo. Minha casa estava uma bagunça, todos os meus objetivos de trabalho para aquela semana estavam atrasados e eu acabei ficando doente alguns dias depois e tudo que eu queria era ficar um pouco mais na cama mas não podia, porque ela precisava de mim. No meio do meu pequeno caos pessoal eu fiquei impressionada com a gentileza dos amigos. As pessoas estavam genuinamente me oferecendo ajuda. Teve quem me ofereceu de ir fazer supermercado, limpar a casa ou comprar remédios na farmácia. E é aí que você se lembra que nos últimos anos você construiu amizades nesse país extrangeiro e seus amigos se tornaram sua família aqui. É aí que o provérbio faz sentido, “é preciso uma aldeia inteira para criar uma criança”. Você não está sozinho. Você não tem que estar. Nós somos a sua aldeia. A comunidade de mães expatriadas que eu conheci nesse último um ano e meio desde que me tornei mãe é mais do que eu poderia sonhar. Nós suportamos umas ‘as outras, nós cuidamos umas das outras, nós apontamos nossas dúvidas, nós trocamos ideias, nós nos ajudamos. Nós somos de todos os lugares, África, Américas, Europa, Oceania, Ásia e sim, da Alemanha também! Nós estamos unidas pelo desejo de sermos mais fortes juntas e de passar pelos desafios da maternidade de um jeito mais leve.

Eu conheci a Kim, a mamãe linda dessas fotos, quando ela perguntou em um grupo de expatriados do Facebook se alguém conhecia um fotógrafo de família. Ela, assim como eu, está vivendo a montanha russa de emoções que é não só criar uma criança, mas fazer isso em outro país. Eu fui para a casa dela fotografar a pequena Lola quando ela tinha apenas 3 semanas de vida. Eu amo essa sessão porque ela me lembra de quando eu entrei na casa deles, ví a Kim ao vivo pela primeira vez e senti uma onda de amor, alegria, novidade, maravilha que é se tornar pais pela primeira vez. Eu e a Kim conversamos com frequência sobre os desafios de ser uma mãe expatriada e eu achei que a sessão dela ilustrava perfeitamente tudo que eu gostaria de compartilhar e falar para essa comunidade maravilhosa de mulheres. Obrigada, queridas amigas, pelo amor e suporte que vocês me dão. A maternidade é mais fácil podendo contar com vocês!

 

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So, here am I… I started to write this post a few days back with an idea in mind and the phrase I began the post with was: “Oh real life…. you are so beautiful, so photogenic and so raw”. And then….. then real life slapped me in the face with the reality of motherhood: I’m trying to finish writing this post with one hand and a sick child in my arms while “Baby Mozart” plays on repeat in the background and my house is unbelievable messy. Because when your baby is sick, even with “just” a cold, the whole world stops and she is the only thing that matters.

But you know… I chose to see the beauty and even when real life appears to be ugly, it’s not. While I hold my burning child in my arms I can feel her breath, her heart beat and her tiny fingers touching my skin. She cuddles me while she sleeps and I know she feels safe and loved. It makes me smile even with all the mess surrounding me.

The newborn phase can feel chaotic. You are tired, you didn’t have time to comb your hair, but then that tiny person looks at you, you know he needs you and that look, that moment, that bound, makes the room brighter and the love you feel reflects making your face shine. That’s what I see when I look at this photos: overflowing love. That’s the reality and it’s unbelievable beautiful!

Love,

Bruna

Então aqui estou… eu comecei a escreve esse post há alguns dias com uma ideia em mente e a primeira frase que eu escrevi foi: “Ah vida real… você é tão bela, tão verdadeira e tão crua”! E aí… aí a vida real me deu um tapa na cara com a realidade da maternidade: eu estou tentando terminar de escrever esse post com uma mão e uma criança doente no colo enquanto “Baby Mozart” toca repetidamente no fundo e minha casa está incrivelmente bagunçada. Porque quando sua bebê está doente, mesmo que seja “só” uma gripe, o mundo todo para e só ela que importa.

Mas sabe… eu escolho ver beleza e mesmo quando a vida real parece ser feia, não é. Enquanto eu seguro nos braços a minha pequena queimando de febre, eu sinto sua respiração, seu coraçãozinho batendo e seus dedinhos tocando minha pele. Ela se enrosca em mim enquanto dorme e eu sei que ela se sente segura e amada. Isso me faz sorrir mesmo com toda bagunça ao meu redor.

A fase de recém nascido pode ser caótica. Você está cansada, não teve tempo nem de arrumar o cabelo, mas quando essa pessoinha olha para você, você sabe o quanto ele precisa de você. E esse olhar, esse momento, esse laço faz o quarto se iluminar e o amor que você sente reflete fazendo o seu semblante brilhar. É isso que eu vejo olhando para essas fotos: um amor transbordante! Essa é a realidade e ela é incrivelmente bonita!

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The last time I went to Brazil I had the pleasure to photograph a couple of my closet friends, during the happiest moments of their lives. It was truly a privilege! Corina, the gorgeous woman with a stunning smile on these photos, is my oldest friend. Yes, we met when we were both 3  (THREE!!!!) years old!

My grandma still tells the story of how Corina, age 3, showed up in a kids party with the most gorgeous red sparkly shoes. You know, she always had the best taste. When Bernardo and I got married, she walked down the aisle to sign the wedding papers and be the witness of our marriage. She wore the most beautiful shoes (I don’t remember her clothes, but I do remember the shoes). The reason I’m telling these stories? Because she was there when I was 3 in a kids party, she was there when I was 13 in a new school, she was there when I was 18 and got my drivers license and got into college and she was there when I got married. She gave my daughter’s first pair of earrings, she was there too. She has ALWAYS been there and always will be. Can you understand now how special it was to photograph her engagement session? We have been through LIFE together and it’s hard to express how honored I was to register this moment for her.

Can you guess where they will get married? Yep, Disney! Because she is a Cinderella after all and she deserves to have the wedding of her dreams, wherever she wants and of course, wear the most gorgeous shoes for the occasion 🙂

Love,

Bruna.

A última vez que eu estive no Brasil eu tive o prazer de fotografar dois dos meus amigos mais próximos, no momento mais importante da vida deles. Foi um privilégio de verdade! Corina, essa mulher linda de sorriso exuberante das fotos, é a minha amiga mais antiga. Nós nos conhecemos quando tínhamos 3 (TRÊS!!!!) anos!

Minha avó conta até hoje a história de quando Corina, com 3 anos de idade, apareceu em uma festinha infantil usando um sapato vermelho brilhante maravilhoso. Sabe, ela sempre teve bom gosto! Quando eu e o Bernardo nos casamos ela andou em direção ao altar para assinar os papéis do casamento e ser a testemunha da nossa união. Ela usou o sapato mais lindo (eu nem me lembro da sua roupa, mas me lembro da sandália). A razão de eu estar contando isso? Ela estava lá quando eu tinha três anos naquela festinha de criança, ela estava lá quando eu tinha 13 e fui para uma escola nova, ela estava lá quando eu tinha 18 e tirei minha carteira de motorista e comecei a faculdade e ela estava lá quando eu me casei. Ela deu para minha filha seu primeiro par de brincos, ela estava lá também. Ela SEMPRE esteve ao meu lado e ela sempre estará. Agora dá para entender o quão especial foi para mim fotografar a sessão pré casamento dela? Nós passamos por toda uma vida juntas e é difícil expressar o quão honrada eu fiquei em poder registrar esse momento para ela.

Pelas fotos você consegue descobrir aonde ela vai se casar? Sim, na Disney! Porque afinal de contas ela é Cinderella e ela merece o casamento dos sonhos no lugar que sonhar e, claro, com o sapato mais maravilhoso para a ocasião 🙂

 

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It’s that time of the year when the sun comes out, people get happier and the cherry blossoms of Bonn attract tourists from everywhere in the world. Every year I go to the famous streets of the Altstadt of Bonn to admire the beautiful cherry blossoms trees that make you feel like you are in a tunnel of flowers and wonders. It is SO marvelous! After years I’m still impressed and amazed. Seriously, if you are in the area, don’t miss this sight!

And to mark our little one second spring, I did a mini photo session using this beautiful background <3

Love,

Bruna.

Essa é aquela época do ano na Europa em que o sol sai, as pessoas ficam mais alegres e as cerejeiras de Bonn atraem turistas de todo o mundo. Todos os anos eu vou passear nas ruas famosas do Altstadt de Bonn e adimirar as árvores lindas que  fazem você se sentir dentro de um túnel de flores e maravilhas. É TÃO espetacular!!!! Depois de anos morando aqui eu ainda me impressiono com tanta beleza. Sério, se você estiver na região, não perca!

E para marcar a segunda primavera da nossa pequena, eu fiz uma mini sessão de fotos nesse fundo tão lindo <3

 

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